17 de jun de 2010

É Copa do Mundo!


Hoje quero falar de uma das coisas que mais gosto na vida! A copa! Sinceramente não consigo entender gente que não gosta, ou não dá a mínima pra uma copa, é como não gostar de chocolate! E olha que conheço gente que não gosta de chocolate, fazer o que, né? Cada Louco com sua mania.
 
Eu comecei a gostar de futebol por causa de uma copa, eu sou corithiana por causa de uma copa, a mesma por sinal. Lembro como se fosse hoje de todas as copas que assisti, tem umas muito mais emocionanetes que outras, claro!
 
Era 1982, sei que muita gente que pode ler esse post não era nem nascida naquela época, mas também eu não era nascida quando o Brasil foi TRI em 70.
 
Mas bem, continuando, era na Espanha, o Brasil estava indo com a melhor seleção de todos os tempos e vindo de uma grande decepção que tinha sido a copa de 78, quem não se lembra com saudade do maravilhoso quadrado mágico do Telê? E não era só o Brasil que tava bom não! Holanda, Argentina, Italia, que no fim tirou o nosso doce sem dó nem piedade, maldito Paolo Rossi!
 
E além disso tinha as “vantagens” de ser criança, saía mais cedo da escola, a mãe fazia muitos lanches gosotosos e até o fim foram os melhores jogos que já vi!
 
Mas como em todo começo de copa foi um 2 x 1 magro, contra a União Soviética, é meus amigos, ainda exixtia a URSS naquela época, com direito a frango do Valdir Peres, e dois golaços um do Socrates, grande doutor! E outro do Eder, no segundo tempo.
 
Por isso não estou muito abalada com o jogo contra a Coreia, vencemos, somos líderes do grupo, pronto, agora tem que esperar os proximos jogos. É óbvio que não estou aqui querendo comparar a seleção de hoje com a seleção de 82, isso nunca, são completamentes diferentes em vários sentidos. Mas copa é copa, se futebol é uma “caixinha de surpresas” copa do mundo é mais! Fala sério que alguém ia advinhar que a Suiça ia ganhar da Espanha? E a Grecia ganhando da Nigéria???
 
A minha geração teve que esperar 6 copas para ver o Brasil TETRA, em 94, e olha que ainda foi aquela copa mixuruca nos Estados Unidos! Pelo menos nos vingamos da Italia, mas não foi lá essas coisas.
 
O pessoal que veio depois de mim tá é mal acostumado pois pegaram na sequencia de 94 e 2002, mas eu tive que aguentar a péssima seleção do Lazaroni, lazarento! Meu primo Daniel até queimou a bandeira de raiva ao ver o Brasil nem passar da fase eliminatória!
 
O importante agora é torcer, sofrer e vibrar, e como boa Corithiana, isso eu sei fazer!
 
Sem contar que o clima fica ótimo em época de copa, né não?
 
Todo mundo junto, assistindo o jogo, nem transito na rua tem! Eu sou da opinião que em dia de jogo do Brasil tinha que ser feriado, é claro! Assim até quem não gosta de copa ia poder aproveitar em vez de ficar reclamando.

Enfim, que venham os proximos jogos, e que o Brasil leve mais essa!!!

3 de jun de 2010

Cheiros, cores e sabores.

Minha vida deu uma guinada tão boa ultimamente e tantas coisas voltaram a acontecer, coisas que só quando a gente vive de novo se lembra do tanto que é bom!

Hoje está sendo um exemplo disto, alguns amigos vieram em casa e fiz “um almocinho”, comemos, bebemos, conversamos, criticamos o video show, e ouvimos musica, sabe “uma delícia” ?

Agora eles já foram e eu continuei com o blues, uma pena que não é na vitrola como manda a tradição, mas é um bom CD tocado em 5 canais, é, a modernidade também tem suas vantagens!

Mas também falando em vitrola, ontem na casa de um dos meus melhores amigos, sabe daqueles que estão num grupo menor do que 5? Tive a chance de me deliciar com a coleção de vinis, que por acaso um dia foi minha, mas isso é outra história. O que era pra ser uma visitinha virou uma baladinha das boas!

Sempre tive uma vocação para receber bem pessoas que vem em casa, adoro cozinhar para meus amigos, aliás adoro cozinhar. Sabe a Mônica do Friens? “I am always the Hostess!”?

A cozinha é minha maior paixão, mesmo, sentir os cheiros, misturar sabores, é uma atividade onde se usa praticamente todos os sentidos. Eu gosto muito de inventar e geralmente minhas combinações dão muito certo, acho que pelo menos já estou entendendo como funciona o mundo dos salgados, digo sabores da comida salgada, meu desafio agora é entender os doces e os pães.

Apesar de que, quando ainda criança, comecei com doces, mas era meio no automático e ainda é, adoro bolos, por exemplo, e adoro inventar bolos também mas quando fui tirar a receita da minha cabeça e colocar na prática, percebi que tenho muito que estudar.

Tenho como passatempo preferido fazer isso desde então, e claro já desperdicei muita receita, mas um dia eu chego lá. Não tenho pressa e acho que toda paixão tem que ser curtida, saboreada, e esses momentos são sempre muito bem aproveitados apesar de não serem frequentes, se não vira rotina e rotina vira obrigação e daí a coisa se desgasta e fica banal. Ou seja acaba a graça, e que graça tem isso?

E os pães então? Um mistério muito cobiçado por mim, é a arte mais difícil e mais cheia de artimanhas da culinária. O ser humano come e faz pães desde sempre, e a panificação é ao mesmo tempo a parte mais básica e mais requintada!

Outro dia resolvi parar de protelar, comprei os ingredientes e literalmente botei a mão na massa! Olhei umas 30 receitas na internet escolhi uma e fui. E menina, não é que ficou bom!

Voces sabem que a glória de um cozinheiro é ver as pessoas comendo e gostando né? Levei o pão para a casa de uma amiga, junto com uns muffins de banana com canela, esses a receita é uma adaptação minha, para tomarmos um café. A Luiza, filha desta minha amiga de 6 ou 7 anos, nunca sei, devorou os muffins! E disse que achou o pão muito gostoso! E vocês sabem que criança não mente né?

Quem ler vai achar que eu sou uma metida e fico aqui me gabando, mas não é, juro! Eu até nem achei aqueles muffins tão bons assim, ainda vou melhorá-los.

Mas no fim é isso, a vida é boa demais! A gente tem que parar com essa mania de procurar os defeitos antes das qualidades e aproveitar, como no filme “Sociedade dos Poetas Mortos”, viver sempre o hoje como se não houvesse amanhã!

E como diria Scarlet O’Hara, “Afinal de contas amanhã é outro dia”.